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Neo Vita - Reprodução Humana e Saúde Reprodutiva

Resp Técnico: Dr. Fernando P. Ferreira

CRM-SP: 103.984 | RQE: 39.163.1

Afinal, depois de quanto tempo posso repetir a FIV?

Estimulação ovariana: entenda como funciona e sua importância para FIV

A fertilização in vitro depende de diversos fatores para a gestação positiva. A mulher precisa ter o organismo apto para receber o embrião desenvolvido pela fertilização do espermatozoide com o óvulo no laboratório, assim como, o embrião precisa estar em estágio adequado e apresentar características importantes par conseguir implantar no endométrio (útero) da mulher. Se algum destes fatores não funcionar, pode ocorrer uma falha de implantação do embrião ou aborto espontâneo e assim a paciente vai precisar repetir a FIV. Neste momento, é fundamental que realize um novo tratamento após descobrir o motivo da falha.

Quanto tempo esperar para repetir a FIV?

Antes do paciente submeter a um novo tratamento de FIV, é de extrema importância entender o motivo da falha anterior. Para que se obtenha sucesso no final de um tratamento de FIV, é preciso considerar três condições fundamentais.

Idade da mulher que corresponde a ‘’idade do óvulo’’: As mulheres já nascem com um estoque de ovócitos (óvulos) para toda a sua vida fértil. A menina já na barriga de sua mãe possui o número máximo de ovócitos que terá durante toda sua vida fértil. Sendo assim sua quantidade e qualidade diminui com decorrer dos anos.

Qualidade do embrião formado resultante da qualidade dos gametas feminino e masculino: Sabemos que quanto mais avançada é a idade da mulher e, portanto do ovócito, maior é a chance dele ter alterações cromossômicas. Por outro lado o espermatozoide também é importante, pois contribui com metade do material genético do embrião. Alterações tanto nos ovócitos quanto nos seus principais parâmetros microscópicos: concentração, motilidade e morfologia, podem gerar embriões alterados.

Receptividade uterina: Para que o embrião se implante no endométrio é preciso que a transferência ocorra no momento adequado da janela de implantação (momento em que o endométrio está receptivo ao embrião) e que a taxa hormonal seja administrada em doses adequadas. Doenças também podem atrapalhar a implantação como, por exemplo, miomas, pólipos, endometrite, trombofilias, doenças autoimunes entre outros.

O indicado é que a paciente aguarde para repetir a FIV, em aproximadamente dois ciclos naturais de ovulação, até que os ovários retornem ao padrão de nível hormonal e tamanho normal para iniciar um novo ciclo de estimulação ovariana. No entanto, além das questões fisiológicas do sistema reprodutor feminino, a questão psicológica abalada, devido à ansiedade e frustrações, do casal também pode interferir no resultado do tratamento.

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