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Chances da FIV com 3 embriões: entenda a relação entre a quantidade transferida e o processo

Fertilização 07/02/2020

O número de embriões a transferir é uma decisão muito importante para o sucesso do tratamento. Menos de 5% das vezes em que se realizou FIV, pode ocorrer gestação múltipla de gêmeos monozigóticos. Estudos revelam que isso pode ter uma associação com a extensão do cultivo do embrião até o estágio de blastocisto.

Por outro lado, o resultado de gestação múltipla indesejadas também está associado diretamente com o número de embriões que são transferidos. A transferência de dois ou mais embriões é uma técnica utilizada para aumentar as chances de gravidez, mas que deve ser pensada com cuidado e discutida com o médico especialista, pois existe o risco da mulher engravidar de gêmeos e até trigêmeos.

Continue a sua leitura para entender como funciona a última etapa do tratamento de Fertilização in vitro.

Transferência embrionária: Como acontece?

Primeiramente, a equipe de embriologistas selecionam os melhores embriões com maior chance de implantação. Junto com a decisão do paciente, o médico especialista realiza a conduta do número de embriões que serão transferidos.

No dia do procedimento, o médico especialista faz a limpeza do colo uterino para que não dificulte ou impeça a passagem do cateter com os embriões.

E por último, o cateter é inserido por meio da cavidade vaginal e os embriões são transferidos pelo colo do útero até chegar no centro da cavidade uterina. O cateter é retirado, e os embriologistas conferem se não sobrou nenhum embrião dentro do cateter. Deste modo, 12 pós transferência é realizado o exame do Beta para confirmar a gravidez.

 Fatores para a escolha do número de embriões a serem transferidos

  • Idade da paciente e número de ciclos de FIV já feitos;
  • Qualidade e dias de vida dos pré-embriões;
  • Condição do útero segundo a preparação e crescimento do endométrio;
  • Limitações anatômicas.

Contudo, a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM) elaborou diretrizes para ajudar as pacientes que realizam tratamentos de reprodução humana assistida (TRA). Por exemplo, caso a mulher tenha 33 anos, possui um prognóstico favorável, é indicado transferir somente um embrião na fase de blastocisto.

Por outro lado, em mulher com 39 anos e já tenha feito ciclos de FIV, mas foram negativos, pode ser transferido mais de um embrião em fase de blastocisto ou segmentação (D3), de acordo com decisão do casal, equipe médica e de embriologistas.

 

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