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Conheça os prós e contras de um procedimento de Mini FIV

Conheça os prós e contras de um procedimento de Mini FIV

A mini FIV é conhecida como nova alternativa entre os tratamentos de Fertilização in vitro. O tratamento é indicado para mulheres que apresentam baixa reserva ovariana e que optam por usar seus próprios óvulos e não óvulos de doadoras anônimas. É um procedimento que se assemelha a FIV convencional e se baseia na utilização de doses hormonais menores para o estímulo ovariano com o objetivo de oferecer menor número de óvulos, porém de melhor qualidade.

Decidir entre a mini FIV ou a FIV convencional deve ser baseado em critérios como a quantidade de folículos (estruturas que contém os óvulos) em cada ciclo e a idade da mulher. A mulher que apresenta uma baixa reserva ovariana, provavelmente, apresentará a mesma quantidade de folículos tanto na estimulação da FIV convencional quanto na mini FIV.

Prós e contras da mini FIV

Na técnica de fertlização in vitro convencional, a dose das medicações indutoras é maior para estimular os ovários a produzirem um grande número de óvulos e aumentar as chances de fecundação. Sendo assim, é obtido um maior número de embriões e os excedentes podem ser criopreservados.

Por outro lado, na mini FIV são administradas medicações em baixas doses hormonais, o procedimento traz o benefício aos casais que não desejam ter embriões excedentes e reduz os efeitos colaterais, tais como inchaço abdominal e retenção de líquido, produzidos pelas medicações indutoras.

A mini FIV pode trazer um grande benefício para mulheres que possuem mais de 40 anos, pois com o baixo estímulo hormonal, o objetivo do tratamento é recrutar um ou dois óvulos de melhor qualidade, pois com essa idade aumenta a chance do recrutamento de óvulos com alterações cromossômicas. O objetivo da técnica é priorizar a qualidade do óvulo e não a sua quantidade.

Apesar do tratamento de mini FIV proporcionar taxas de sucesso semelhantes à FIV convencional, é preciso ter consciência que essa técnica também poderá levar à falha de implantação porque pode ocorrer de um único embrião formado não se desenvolver de maneira adequada para a transferência.

Sendo assim, indica-se fazer um banco de embriões, pois com a produção de poucos óvulos em repetidos ciclos, estes são coletados, avaliados de acordo com a sua qualidade e então fertilizados com os espermatozoides, podendo formar mais de um embrião competente, aumentando a taxa de gestação. Deste modo, os embriões bons e competentes são transferidos para o útero após o preparo do endométrio.

Contudo, a prioridade no tratamento é garantir às pacientes as melhores taxas de sucesso, com a utilização de baixas dosagens hormonais e, como consequência, um menor índice de efeitos colaterais, desconforto, estresse, mínimo risco de tromboses, hiperestímulo ovariano e um custo mais acessível.

Crédito: Dekdoyjaidee / Tipo de licença: Royalty-free / Coleção: iStock / Getty Images Plus

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