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Fases da FIV: entenda a importância de cada etapa para o sucesso do projeto

Fertilização 18/10/2019
Fases da FIV: entenda a importância de cada etapa para o sucesso do projeto

A Fertilização in vitro (FIV) é um tratamento de grande complexidade que tenta reproduzir, em laboratório, as condições adequadas para que ocorra a fecundação e as primeiras etapas do desenvolvimento embrionário similar ao que ocorre fisiologicamente no aparelho reprodutivo feminino. É um tratamento que necessita de uma cooperação total do casal, da equipe de embriologistas e da equipe médica.

Fases do tratamento de FIV

Fase I – Indução da ovulação: Estimula-se os ovários para o desenvolvimento folicular (bolsas contendo óvulos) por meio de aplicação de hormônios injetáveis (medicações indutoras da ovulação) por via subcutânea, com monitoramento ao ultrassom do crescimento folicular e dosagens sanguíneas (hormônios) para avaliar a evolução do estímulo ovariano. É utilizado o hCG, hormônio também por via subcutânea, para maturação dos óvulos e também análogos do GnRH para bloquear a hipófise, evitando a ovulação antes da coleta.

Fase II – Aspiração folicular: Realizada após 35 horas após aplicação do hCG. Os folículos ovarianos, que contém os óvulos, serão aspirados através de uma fina agulha guiada por ultrassom transvaginal. O procedimento dura aproximadamente 30 minutos e é realizado com sedação anestésica. Riscos cirúrgicos existem, apesar de pequenos, como lesões de vasos sanguíneos, bexiga ou ovário e torção ovariana. A coleta dos espermatozoides ocorre no mesmo dia da coleta dos óvulos.

Fase III – Seleção dos ovócitos: Processo de observação, análise, manipulação (com auxílio do microscópio) de ovócitos, selecionando os maduros para dar continuidade ao tratamento.

Fase IV – Processamento seminal: Procedimento que submete o sêmen a uma série de etapas para então prepará-lo e colocá-lo em contato com os ovócitos maduros para fertilização. A fertilização pelos espermatozoides acontce no mesmo dia das coletas, através da FIV clássica, onde os óvulos são colocados junto a um número adequado de espermatozoides em uma placa com meio de cultura específico e apenas 1 espermatozoide fertiliza o óvulo. Ou a ICSI, onde é injetado um único espermatozoide no interior de cada óvulo para promover a fertilização. A decisão sobre a melhor opção dependerá de aspectos técnicos.

Fase V – Fertilização e desenvolvimento embrionário: Acompanhamento da fecundação, com auxílio de microscópio, antes do início das divisões que vão gerar células embrionárias.

Fase VI: Transferência dos embriões para o útero: após a fecundação, em média de 2 a 6 dias, é realizada a transferência dos embriões para o útero da paciente através de um delicado cateter que passa pelo colo uterino, depositando o embrião na cavidade endometrial. Este é um procedimento indolor e não requer sedação anestésica, salvo em situações atípicas, onde o colo do

A gravidez é detectada através da medição do nível de hCG que é produzido por células do sinciciotrofoblasto do embrião em desenvolvimento. O hormônio é detectado utilizando o anticorpo da subunidade beta de hCG, chamado de beta-hCG. O beta-Hcg é realizado após 12 dias da data de transferência do embrião, uma segunda medição é realizada após 48 horas mais tarde. No entanto, o sinal de gravidez só poderá ser observado no ultrassom obstétrico transvaginal a partir da 6 semana após o último período menstrual.

Crédito: Foremniakowski / Tipo de licença: Royalty-free / Coleção: iStock / Getty Images Plus

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