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Neo Vita - Reprodução Humana e Saúde Reprodutiva

Resp Técnico: Dr. Fernando P. Ferreira

CRM-SP: 103.984 | RQE: 39.163.1

Saiba como a FIV com recepção de óvulos doados é eficiente como tratamento para engravidar na menopausa

A área de reprodução humana assistida vem em crescente avanço desde meados dos anos 70. A ovodoação gerou o primeiro resultado de gravidez em 1984. No Brasil, o procedimento é bastante estabelecido, ético e bastante utilizado em centros especializados em reprodução humana assistida.

Ovodoação é indicado para casais que iniciaram tentativas de engravidar, e por diversos motivos não obtiveram êxito em alcançar a gestação. Geralmente essas pacientes já não tem mais a capacidade de produzir óvulos, ou em quantidade e qualidade insatisfatórias. Essas receptoras terão o útero preparado com hormônios (estrógenos) antes de receber o embrião, usando medicamentos para manter a gestação no seu primeiro trimestre. Eles são mantidos até o terceiro mês de gestação, quando a placenta passa a fazer a manutenção desses hormônios.

Quais são as indicações para o tratamento de Fertilização in vitro com a ovorecepção?

Dentre alguns motivos que levam a esses casais a recorrer a óvulos doados são a idade da mulher, falência ovariana, menopausa, fatores genéticos, pacientes que se submeteram a tratamentos quimioterápicos e radioterápicos, falhas repetidas de FIV, entre outros. Nesses casos, os casais recebem óvulos doados de uma mulher mais jovem (com menos de 35 anos) para a realização das técnicas de fertilização “in vitro”.

Dentre algumas exigências estabelecidas estão:
– A doação não pode ter valor lucrativo ou comercial;
– As doadoras não devem conhecer a identidade das receptoras e vice versa;
– A idade para ser uma doadora de óvulos é de 18 até 35 anos;

As clínicas, centros ou serviços que empregam a doação devem manter de forma permanente, um registro de dados clínicos de caráter geral de acordo com a legislação vigente. A escolha das doadoras é de responsabilidade da unidade. Dentro do possível, a clínica deverá garantir que o doador tenha a maior semelhança fenotípica (peso, altura, cor da pele, olhos cabelos) e imunológica e a máxima possibilidade de compatibilidade com a receptora

Alguns exames são solicitados para a doadora de óvulos: Sorologias para Sífilis, HIV, Hepatites A; B e C; HTLV, Zika vírus, CMV, Toxoplasmose, Rubéola, Sarampo, tipagem sanguínea (ABO/Rh), exames ginecológicos, ultrassom transvaginal (todos recentes).

Qual é a taxa de sucesso por transferência de embriões em um tratamento de FIV OR?

No tratamento de ovodoação, as taxas de sucesso (por transferência de embriões) estão entre 55% e 65%.  A taxa de gravidez cumulativa de pacientes após 3 ciclos de doação de óvulos atinge mais de 90%. A taxa de aborto espontâneo é ao redor de 15%, muito menor do que os quase 50% de aborto para mulheres que engravidam com seus próprios óvulos, com mais de 42 anos.

Serei a mãe biológica da criança concebida através de doação de óvulos?

Sim, lógico! O corpo da mãe que gesta é o responsável pela nutrição e crescimento do feto. Tudo o que ocorrer durante a sua gestação vai influenciar nos seus genes. Não importa qual a origem do óvulo, seu organismo e seu útero vão determinar a forma como os genes recebidos a partir do óvulo doado serão expressos. Assim, a criança nascida de seu útero será emocionalmente, fisicamente e psicologicamente diferente da criança que nasceria se fosse concebida no útero da doadora do óvulo. Herdará de você (e não de quem doou os óvulos) características da sua personalidade, dom artístico, preferência musical ou por comidas diferentes etc.

Seu sangue e do bebê estarão em íntimo contato, através da placenta. Vocês trocarão nutrientes, substâncias químicas, hormônios e emoções. Sob o aspecto legal, nossa legislação diz que é mãe quem dá à luz. O filho é seu.

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