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Neo Vita - Reprodução Humana e Saúde Reprodutiva

Resp Técnico: Dr. Fernando P. Ferreira

CRM-SP: 103.984 | RQE: 39.163.1

Saiba quando a FIV é indicada e em quais casos o tratamento não é recomendado

A FIV é um tratamento indicado tanto para causas de infertilidade feminina quanto masculina. É considerada uma técnica de alta complexidade, onde a fertilização nos ovócitos (óvulos) pelos espermatozoides e a formação do embrião ocorre in vitro (dentro de um laboratório). Os embriões selecionados são transferidos para o útero da mulher, no qual se espera uma implantação e consequentemente uma gravidez.

De inicio a FIV era indicada para mulheres inférteis com fator tubário, hoje a FIV tornou-se o último recurso de tratamento para praticamente todas as causas de infertilidade quando as técnicas de baixa complexidade falham.

As chances de sucesso podem variar de:

40-50% para mulheres até 35 anos;

30-40% entre 36-40 anos.

As indicações mais frequentes para a Fertilização in vitro incluem:

-Tubas uterinas ausentes ou obstruídas;

-Contagem ou motilidade baixa de espermatozoides (< 5 milhões/ml);

-Endometriose;

-Falência ovariana;

-Laqueadura ou vasectomia;

-Varicocele: dilatação nos vasos na região dos testículos;

-Fatores imunológicos, infecciosos e genéticos;

-Falhas nas tentativas de IIU;

– Idade reprodutiva avançada: como o tempo aumenta a dificuldade para a concepção e as taxas de gravidez com outros tratamentos são baixas.

No entanto, com a melhora nas condições de cultivo dos ovócitos, embriões e espermatozoides e também com o avanço da medicina reprodutiva, implementando mais controle e técnicas a rotina laboratorial como a biópsia embrionária, maturação in vitro de ovócitos, Super- ICSI, vitrificação e a transferência de um único embrião quando há essa possibilidade, as taxas de sucesso com a FIV continuam a progredir a cada dia.

Quais casos o tratamento de FIV não é recomendado?

A FIV geralmente não é recomendada à pacientes jovens, pacientes que não realizaram nenhum tipo de tratamento anterior, ausência de fator tubário e uterino, mas apresentam distúrbios de ovulação. Neste caso, pode ser recomendado um tratamento de coito programado.

O namoro programado ou coito programado (CP) é uma modalidade de tratamento para infertilidade conjugal em que o grau de invasão médica é mínimo. Pode-se acompanhar a ovulação em um ciclo natural ou induzido com hormônios e na data e períodos corretos o casal é orientado a ter relações sexuais em casa. Por ser um tratamento bem simples, as taxas de sucesso não são altas. Giram ao redor de 15% de sucesso em cada ciclo de tratamento.

Entretanto, para as pacientes com falhas no CP, possuem um fator cervical, endometriose mínima ou leve e alteração seminal leve outro tratamento, também de baixa complexidade, pode ser recomendado. Este tratamento é a Inseminação Intrauterina (IIU) que consiste em uma técnica na qual o sêmen preparado é depositado dentro da cavidade uterina, podendo ser realizada no próprio consultório.

Para ser submetido ao tratamento de IIU é necessário de alguns requisitos:

-Sêmen pós preparado: 5 milhões/ml e morfologia de Krüger maior ou igual a 4% (espermograma);

-Comprovação da integridade anatômica das tubas uterinas
(Histerossalpingografia);

-Não ter falhas anteriores (3 IIU);

-Idade e tempo de infertilidade;

A taxa média de gravidez por ciclo de inseminação artificial é de 20% a 30%.

Etapas do Tratamento de baixa complexidade:

– Estimulação ovariana;
– Indução da ovulação;
– Relações sexuais diárias ou em dias alternados (CP) ou Inseminação Intra Uterina com preparo do sêmen (IIU);
-Suporte de fase lútea;

– Teste de gravidez.

Está tentando engravidar há mais de 1 ano e não consegue? Procure um especialista para uma avaliação e definição do tratamento adequado. Não importa qual tratamento será preciso realizar, o que importa é alcançar o seu positivo. Queremos fazer parte do seu sonho! #Sejaconquistante

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