FIV

Quando procurar uma clínica de reprodução humana em São Paulo

Quando procurar uma clínica de reprodução humana em São Paulo

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Dr. Marcelo Montenegro

Dr. Marcelo Montenegro

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CRM-SP 179.113 · RQE 99775-1

CRM-SP 179.113 · RQE 99775-1

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O critério habitual é um ano de tentativas sem gravidez, ou seis meses se a mulher tem mais de 35 anos. Antes desse prazo, vale procurar avaliação diante de ciclos muito irregulares, endometriose conhecida, cirurgia pélvica prévia, tratamento oncológico, alteração já documentada no espermograma ou perdas gestacionais de repetição. Procurar não significa iniciar tratamento: a primeira etapa é investigação.

Os critérios objetivos

O prazo de um ano vem de uma observação simples: a maior parte dos casais férteis engravida dentro desse período de tentativas regulares. Quem não engravidou em doze meses tem chance maior de ter algum fator envolvido, e aí a investigação passa a valer mais do que continuar tentando.

Depois dos 35 anos, o prazo cai para seis meses. A razão é a quantidade e a qualidade dos óvulos, que declinam com a idade e mais rápido a partir dessa faixa. Meio ano investigando e tratando vale mais do que meio ano esperando.

E há as situações em que não faz sentido esperar prazo nenhum:

  • ciclos menstruais muito irregulares ou ausentes, que sugerem distúrbio de ovulação;

  • endometriose já diagnosticada, ou cólicas incapacitantes que ninguém investigou;

  • cirurgia pélvica ou abdominal prévia, especialmente sobre ovário, trompas ou útero;

  • tratamento oncológico feito ou programado, situação em que a preservação da fertilidade tem hora certa;

  • espermograma com alteração já documentada;

  • duas ou mais perdas gestacionais;

  • mulher acima de 38 anos que pretende engravidar, mesmo sem ter começado a tentar.

Essa última é a que menos gente considera. Avaliar a reserva ovariana antes de começar a tentar é informação, não tratamento, e às vezes muda o planejamento de vida de alguém.

O que acontece na primeira etapa

Procurar uma clínica não é começar tratamento. A primeira etapa é a avaliação de fertilidade: consulta com história detalhada do casal, exame físico, ultrassom, e um plano de exames desenhado para o seu caso.

Uma parte relevante dos casais que chega a um serviço de reprodução não faz FIV. Alguns descobrem um distúrbio hormonal tratável, outros um achado uterino corrigível por histeroscopia, outros conseguem com tratamento de baixa complexidade, como indução da ovulação ou inseminação intrauterina.

Saber disso muda o peso da decisão de marcar. A consulta serve para descobrir o que está acontecendo, e essa informação vale por si.

Como escolher onde tratar

São Paulo concentra boa parte dos serviços de reprodução assistida do país, o que é uma vantagem e uma dificuldade: há muita opção e pouca base objetiva de comparação. Alguns critérios que ajudam.

Quem conduz. Nome do médico responsável, registro no CRM, RQE na especialidade, e quem estará com você nas etapas do ciclo.

Onde fica o laboratório. Se é da própria clínica ou de terceiro, se está no mesmo endereço, quem o dirige. As perguntas específicas estão em laboratório próprio.

Regularidade sanitária. Licença vigente e reporte anual ao SisEmbrio, que é obrigatório para todo serviço que produz embriões no Brasil.

Como a equipe responde. Se explica o raciocínio do seu caso ou recita um roteiro. Se aceita a pergunta sobre prognóstico. Se reage bem ao pedido de segunda opinião.

O que o serviço não faz. Promessa de gravidez, comparação com concorrentes e taxa de sucesso anunciada sem denominador nem faixa etária são sinais de alerta. O motivo está em como ler a taxa de sucesso divulgada por uma clínica.

Quem tem acesso ao tratamento

A Resolução CFM 2.320/2022 assegura o acesso às técnicas de reprodução assistida a toda pessoa capaz, independentemente de estado civil ou orientação sexual. Isso inclui mulheres solteiras, casais de mulheres, casais de homens e homens solteiros, cada situação com o seu caminho clínico e a sua documentação.

O que muda entre elas está em caminhos para formar família.

Onde ficamos

A Neo Vita fica na Rua Bento de Andrade, 158, no Jardim Paulista, em São Paulo. A fase de laboratório e o centro cirúrgico ficam no Inova, o laboratório da própria clínica, na mesma estrutura em que o tratamento é conduzido.

Se você chegou a este texto tentando decidir se já é hora, o critério mais útil continua sendo o mais simples: se a espera está pesando, a consulta responde. E se você quiser chegar preparado, a lista está em o que perguntar na primeira consulta.

Perguntas frequentes

Um ano é muito tempo para esperar?

Depende da idade e do contexto. O prazo de um ano vem da observação de que a maioria dos casais férteis engravida nesse intervalo. Ele encurta para seis meses depois dos 35 anos, e deixa de fazer sentido quando existe um fator conhecido — nesses casos, esperar só consome o recurso mais escasso, que é o tempo.

Preciso de encaminhamento do ginecologista?

Não é necessário. Você pode marcar diretamente com um especialista em reprodução humana. Se o seu ginecologista já iniciou uma investigação, leve os exames: eles costumam adiantar bastante o caminho.

Procurar uma clínica significa que vou fazer FIV?

Não. Uma parte dos casos se resolve com tratamento de baixa complexidade, correção cirúrgica de um achado ou ajuste de um distúrbio hormonal. A FIV é uma das saídas possíveis, não a única, e a indicação só se define depois da investigação.

Como escolher entre as clínicas de São Paulo?

Verifique quem conduz o tratamento e a formação da equipe, onde fica o laboratório e se ele tem licença sanitária vigente, se o serviço reporta ao SisEmbrio, e como a equipe responde quando você pergunta o prognóstico do seu caso. Desconfie de promessa de resultado e de taxa de sucesso anunciada sem denominador nem faixa etária.

Sou solteira ou estamos em um casal de mulheres. Muda alguma coisa?

Muda o caminho, não o acesso. A Resolução CFM 2.320/2022 permite o acesso às técnicas de reprodução assistida a qualquer pessoa capaz, independentemente do estado civil ou da orientação sexual. O que muda é a rota clínica e a documentação envolvida.

Fontes

  • Conselho Federal de Medicina — Resolução 2.320/2022

  • ANVISA — SisEmbrio, Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões

O critério habitual é um ano de tentativas sem gravidez, ou seis meses se a mulher tem mais de 35 anos. Antes desse prazo, vale procurar avaliação diante de ciclos muito irregulares, endometriose conhecida, cirurgia pélvica prévia, tratamento oncológico, alteração já documentada no espermograma ou perdas gestacionais de repetição. Procurar não significa iniciar tratamento: a primeira etapa é investigação.

Os critérios objetivos

O prazo de um ano vem de uma observação simples: a maior parte dos casais férteis engravida dentro desse período de tentativas regulares. Quem não engravidou em doze meses tem chance maior de ter algum fator envolvido, e aí a investigação passa a valer mais do que continuar tentando.

Depois dos 35 anos, o prazo cai para seis meses. A razão é a quantidade e a qualidade dos óvulos, que declinam com a idade e mais rápido a partir dessa faixa. Meio ano investigando e tratando vale mais do que meio ano esperando.

E há as situações em que não faz sentido esperar prazo nenhum:

  • ciclos menstruais muito irregulares ou ausentes, que sugerem distúrbio de ovulação;

  • endometriose já diagnosticada, ou cólicas incapacitantes que ninguém investigou;

  • cirurgia pélvica ou abdominal prévia, especialmente sobre ovário, trompas ou útero;

  • tratamento oncológico feito ou programado, situação em que a preservação da fertilidade tem hora certa;

  • espermograma com alteração já documentada;

  • duas ou mais perdas gestacionais;

  • mulher acima de 38 anos que pretende engravidar, mesmo sem ter começado a tentar.

Essa última é a que menos gente considera. Avaliar a reserva ovariana antes de começar a tentar é informação, não tratamento, e às vezes muda o planejamento de vida de alguém.

O que acontece na primeira etapa

Procurar uma clínica não é começar tratamento. A primeira etapa é a avaliação de fertilidade: consulta com história detalhada do casal, exame físico, ultrassom, e um plano de exames desenhado para o seu caso.

Uma parte relevante dos casais que chega a um serviço de reprodução não faz FIV. Alguns descobrem um distúrbio hormonal tratável, outros um achado uterino corrigível por histeroscopia, outros conseguem com tratamento de baixa complexidade, como indução da ovulação ou inseminação intrauterina.

Saber disso muda o peso da decisão de marcar. A consulta serve para descobrir o que está acontecendo, e essa informação vale por si.

Como escolher onde tratar

São Paulo concentra boa parte dos serviços de reprodução assistida do país, o que é uma vantagem e uma dificuldade: há muita opção e pouca base objetiva de comparação. Alguns critérios que ajudam.

Quem conduz. Nome do médico responsável, registro no CRM, RQE na especialidade, e quem estará com você nas etapas do ciclo.

Onde fica o laboratório. Se é da própria clínica ou de terceiro, se está no mesmo endereço, quem o dirige. As perguntas específicas estão em laboratório próprio.

Regularidade sanitária. Licença vigente e reporte anual ao SisEmbrio, que é obrigatório para todo serviço que produz embriões no Brasil.

Como a equipe responde. Se explica o raciocínio do seu caso ou recita um roteiro. Se aceita a pergunta sobre prognóstico. Se reage bem ao pedido de segunda opinião.

O que o serviço não faz. Promessa de gravidez, comparação com concorrentes e taxa de sucesso anunciada sem denominador nem faixa etária são sinais de alerta. O motivo está em como ler a taxa de sucesso divulgada por uma clínica.

Quem tem acesso ao tratamento

A Resolução CFM 2.320/2022 assegura o acesso às técnicas de reprodução assistida a toda pessoa capaz, independentemente de estado civil ou orientação sexual. Isso inclui mulheres solteiras, casais de mulheres, casais de homens e homens solteiros, cada situação com o seu caminho clínico e a sua documentação.

O que muda entre elas está em caminhos para formar família.

Onde ficamos

A Neo Vita fica na Rua Bento de Andrade, 158, no Jardim Paulista, em São Paulo. A fase de laboratório e o centro cirúrgico ficam no Inova, o laboratório da própria clínica, na mesma estrutura em que o tratamento é conduzido.

Se você chegou a este texto tentando decidir se já é hora, o critério mais útil continua sendo o mais simples: se a espera está pesando, a consulta responde. E se você quiser chegar preparado, a lista está em o que perguntar na primeira consulta.

Perguntas frequentes

Um ano é muito tempo para esperar?

Depende da idade e do contexto. O prazo de um ano vem da observação de que a maioria dos casais férteis engravida nesse intervalo. Ele encurta para seis meses depois dos 35 anos, e deixa de fazer sentido quando existe um fator conhecido — nesses casos, esperar só consome o recurso mais escasso, que é o tempo.

Preciso de encaminhamento do ginecologista?

Não é necessário. Você pode marcar diretamente com um especialista em reprodução humana. Se o seu ginecologista já iniciou uma investigação, leve os exames: eles costumam adiantar bastante o caminho.

Procurar uma clínica significa que vou fazer FIV?

Não. Uma parte dos casos se resolve com tratamento de baixa complexidade, correção cirúrgica de um achado ou ajuste de um distúrbio hormonal. A FIV é uma das saídas possíveis, não a única, e a indicação só se define depois da investigação.

Como escolher entre as clínicas de São Paulo?

Verifique quem conduz o tratamento e a formação da equipe, onde fica o laboratório e se ele tem licença sanitária vigente, se o serviço reporta ao SisEmbrio, e como a equipe responde quando você pergunta o prognóstico do seu caso. Desconfie de promessa de resultado e de taxa de sucesso anunciada sem denominador nem faixa etária.

Sou solteira ou estamos em um casal de mulheres. Muda alguma coisa?

Muda o caminho, não o acesso. A Resolução CFM 2.320/2022 permite o acesso às técnicas de reprodução assistida a qualquer pessoa capaz, independentemente do estado civil ou da orientação sexual. O que muda é a rota clínica e a documentação envolvida.

Fontes

  • Conselho Federal de Medicina — Resolução 2.320/2022

  • ANVISA — SisEmbrio, Relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões

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Se você está buscando respostas, planejamento ou tratamento, nossa equipe está pronta para ouvir sua história e construir, junto com você, o melhor caminho possível.

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Neo Vita © 2026 - Todos os Direitos Reservados.

NVS Clínica de Medicina Avançada LTDA. CNPJ 27.595.526/0001-18

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