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Neo Vita - Reprodução Humana e Saúde Reprodutiva

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Conheça o cenário atual sobre reprodução humana assistida no Brasil

Conheça o cenário atual sobre reprodução humana assistida no Brasil

O número de ciclos realizado no Brasil ao longo do ano de 2017 aumentou de 33.790 para 366.307. Este é um dado apontado pela 11 edição do SisEmbrio – Sistema Nacional de Produção de embriões –  publicado no portal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Este levantamento é realizado anualmente com base em informações fornecidas pelas clínicas de reprodução humana assistida no Brasil.

O aumento do número de ciclos é positivo, pois as pessoas passaram a ter maior acesso aos serviços das clínicas, pois as mulheres também têm optado por adiar a maternidade. Deste modo, novas famílias estão sendo formadas através do tratamento de Fertilização in vitro. Também ocorreu uma flexibilidade diante a legislação. A última resolução atualizada  do Conselho Federal de Medicina (CFM) contribui para novos perfis de paciente: casais homoafetivos, gestação por substituição e mulheres/ homens que querem gerar seus filhos de forma independente.

Além do número de ciclos realizados, a demanda pelo congelamento de embriões dobrou nos últimos  cinco anos (2012-2017). No ano de 2012, foram criopreservados 32.181 embriões e no ano de 2017, o número chegou a 78.216. Esses dados refletem às campanhas de Preservação da fertilidade. Deste modo, as mulheres têm se conscientizado de que há uma diminuição das taxas de fertilização a partir dos 35 anos de idade.

Com atualização, a última resolução CFM nº 2.168/2017 permite que pessoas sem problemas reprodutivos diagnosticados possam recorrer a técnicas disponíveis de reprodução assistida, como o congelamento de gametas, embriões e tecidos germinativos. Dessa forma, os pacientes ganham a possibilidade de planejar o aumento da família, segundo um calendário pessoal, levando em conta projetos de trabalho ou de estudos, por exemplo.

Também são beneficiados pacientes que, por conta de tratamentos ou desenvolvimento de doenças, poderão vir a ter um quadro de infertilidade. A gestação compartilhada, opção para casos de união homoafetiva feminina  também é permitida, os casos que se enquadram são aqueles em que o embrião obtido a partir da fecundação de oócito(s) de uma mulher é transferido para o útero de sua parceira, ainda que não exista diagnóstico de infertilidade.

O CFM ainda estendeu a possibilidade de cessão temporária do útero para familiares em grau de parentesco consanguíneo descendente. Até então, de primeiro a quarto grau, somente mãe, avó, irmã, tia e prima poderiam participar do processo de gestação de substituição. Com a mudança na regra, filha e sobrinha também podem ceder temporariamente seus úteros. Pessoas solteiras também passam a ter direito a recorrer a cessão temporária de útero.

Crédito: kzenon / Tipo de licença: Royalty-free / Coleção: iStock / Getty Images Plus

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